A GNRC expressa o seu pesar e solidariedade com a comunidade LGBTQI dos EUA

19 de junho, 2016
A Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC) expressa o seu pesar e solidariedade para com a comunidade LGBTQI dos Estados Unidos.

Não estamos longe da dor e da sensação de incompreensão, que nos atinge a todos como pessoas LGBTQI, nestes difíceis dias de sofrimento e procura de esperança. Para nós, Católicos LGBTQI e para as nossas famílias, torna-se complicado refletir e racionalizar num evento que levou tantas vidas em Orlando. Esta situação, recorda-nos as nossas limitações humanas e leva-nos à procura da misericórdia de Deus, em momentos em que a raiva e a tristeza, frequentemente, são as nossas reações naturais e sinceras.

Consideramos a todas as pessoas nossos irmãos e irmãs, crentes ou não em Deus, professando ou não uma religião em particular. Somos pessoas que trabalham pela inclusão e justiça na sociedade ou na Igreja e, como tal, nos unimos à dor da comunidade LGBTQI na nossa crença de que somos todos filhos do único Deus, sejamos Cristãos, Judeus, Muçulmanos, Budistas, Hindus, Sikhs, ou crentes de alguma fé. Somos todos feitos da mesma essência, recordando que o primado de todas as religiões é o AMOR, sobre todo o fundamentalismo. Orar pelas vítimas, pelas suas famílias e amigos foi uma constante nas nossas comunidades Católicas LGBTQI nos dias posteriores ao massivo tiroteio. Podem ver que nos tocou profundamente através das muitas expressões de apoio, por meio de orações, Missas, cartas e artígos, dentro e fora dos Estados Unidos. Em particular, os nossos membros da New Ways Ministry y DignityUSA que fizeram um grande e comprometido trabalho, comunicando os nossos sentimentos partilhados e pensamentos mais profundos, desde que os impactantes eventos de Orlando se tornaram públicos.

Ainda durante estes escuros dias, não só os leigos como também vários dos nossos líderes Católicos tornaram pública a sua solidariedade y empatia de formas que nunca antes tínhamos visto. As palavras de muitos Bispos, como Robert McElroy de San Diego“Estou convosco”, dão-nos ânimo para continuar trabalhando. Temos esperança de que, através da educação, diálogo ecuménico e partilhando as nossas experiências vitais, faremos uma mudança na sociedade e na Igreja, onde ainda é frequente encontrar pessoas que manifestam e justificam as suas atitudes homofóbicas. O Papa Francisco apelou, na sua recente Exortação Apostólica “Amoris Laetitia”, a sermos mais compreensivos e inclusivos e a rejeitar todo o tipo de expressões de violência para com as pessoas LGBTQI. Tal declaração do Papa Francisco reforça que a paz não é só a ausência de violência, mas também a presença de justiça. O nosso compromisso e vontade, como GNRC, é percorrermos esse caminho em Orlando e onde pessoas LGBTQI sofram violência, discriminação e vitimização, seja nas Américas, Europa, Asia, Oceânia ou África.

Esteja a Paz e o Amor de Deus constantemente presente e visível em todos nós.

Comité Central da Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC).

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È possibile trovare la versione in lengua Italiana di questa lettera qui.

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A Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC) é formada de organizações e indivíduos que trabalham pelo cuidado pastoral e pela justiça para com pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, e intersexuais (LGBTQI) e suas famílias. A rede trabalha pela inclusão, dignidade e igualdade desta comunidade na Igreja Católica Romana e a sociedade em geral. A GNRC foi fundada em outubro de 2016 na conferência de Roma, “Os Caminhos do Amor”, com 80 participantes de 30 países. À data a GNRC representa 25 grupos de católicos LGTBQI, as suas famílias e amigos de todos os continentes.

Pedido de desculpas do Papa à comunidade gay: “Há pessoas a quem, como Cristãos, devíamos ter defendido e não o fizemos”

GNRC Logo

27 de junho, 2016

Pedido de desculpas do Papa à comunidade gay: “Há pessoas a quem, como Cristãos, devíamos ter defendido e não o fizemos”

 

A Rede Global de Católicos Arco-íris (GNRC) acolhe com agrado as recentes palavras do Papa Francisco, durante a sua viagem de regresso da Arménia a Roma. A sua primeira declaração oficial à comunidade LGBTQI, desde o tiroteio de Orlando, traz luz e esperança não só aos nossos, mas também às nossas famílias. A Igreja no seu conjunto tinha solicitado e esperado por uma mensagem direta e clara, seguindo as reações imediatas do porta-voz do Vaticano, que não se referiam explicitamente ao ocorrido em Orlando como um crime homofóbico ou de ódio.

Apesar de as palavras do Papa Francisco serem breves, o seu conteúdo é forte. Três anos depois, o Papa amplia a sua famosa declaração “Quem sou eu para julgar?” (2013) para “Quem somos nós para julgar?”, estendendo a sua mensagem original, a partir de uma reflexão pessoal, a um apelo aberto para toda a Igreja. Esta declaração não pode ser subestimada, pois mostra a sua visão para a comunidade Católica.

No Ano da Misericórdia, o Papa transmite aos Católicos que não é só necessária a reflexão em torno da homossexualidade, mas também são necessárias expressões reais de humildade e simplicidade. Estas últimas fazem parte de uma resposta completa aos pedidos de inclusão dos Católicos LGBTQI. Quando o Papa declara “Creio que a Igreja não só deveria pedir desculpas às pessoas que são Gay, às quais ofendeu”, isto constituiu-se um marco histórico. O Papa Francisco torna visível o profundo impacto sobre os Católicos LGBTQI que os ensinamentos tradicionais, as próprias omissões da Igreja e qualquer outra prática ou palavras possam ter tido, resultando frequentemente em danosas e violentas ações contra eles e suas famílias. Nada pode justificar a violência como a que observámos em Orlando. Sabemos demasiado bem que as atitudes homofóbicas camufladas, como também os silêncios, a exclusão completa ou o forçar as pessoas a voltar ao ‘armário’, prepararam muitas vezes o caminho para a violência.

Para a GNRC, o apelo do Papa ao “pedir perdão” aos Católicos LGBTQI é uma grande oportunidade para todos nós de ser parte da solução. Seguindo a sua iniciativa, propomos como passo concreto, estabelecer e desenvolver uma comissão oficial no Vaticano para formalizar esta discussão. “Sabemos dos riscos que corre o Papa neste processo e expressamos o nosso sentido agradecimento e o encorajamos a manter-se firme no seu caminho rumo à inclusão e justiça na Igreja” disse Fernando González (Chile) do Comité Central da GNRC.

“Apreciamos profundamente o modo como o Papa abre a sua mensagem não só às pessoas LGBTQI. Aqueles que convivem connosco na fronteira da Igreja, como os pobres, as mulheres abusadas ou as crianças forçadas a trabalhar, devido à discriminação e às limitações das práticas pastorais tradicionais, estão também esperando pela nossa inclusão e consideração. Francisco apela-nos, também, a pedir-lhes perdão. Ele mostra-nos como em termos práticos “A Alegria do Amor” é sem dúvida um guia significativo para toda a Igreja.”

Comité Central da Rede Global de Católicos Arco-íris (GNRC).

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A Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC) é formada de organizações e indivíduos que trabalham pelo cuidado pastoral e pela justiça para com pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, e intersexuais (LGBTQI) e suas famílias. A rede trabalha pela inclusão, dignidade e igualdade desta comunidade na Igreja Católica Romana e a sociedade em geral. A GNRC foi fundada em outubro de 2016 na conferência de Roma, “Os Caminhos do Amor”, com 80 participantes de 30 países. À data a GNRC representa 25 grupos de católicos LGTBQI, as suas famílias e amigos de todos os continentes.

Mea Culpa di Papa Francesco per i Gay: “Ci sono persone che noi Cristiani avremmo potuto difendere e non l’abbiamo fatto”

GNRC Logo

27 Giugno 2016

Mea Culpa di Papa Francesco per i Gay: “Ci sono persone che noi Cristiani avremmo potuto difendere e non l’abbiamo fatto”

 

La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) accoglie con favore le recenti parole di Papa Francesco, al suo ritorno dall’Armenia a Roma. La sua prima dichiarazione personale alla comunità LGBTQI, dal giorno della sparatoria di Orlando, porta luce e speranza non solo a noi ma anche alle nostre famiglie. La Chiesa, nella concezione più ampia, aveva richiesto e era in attesa di un messaggio diretto e chiaro, dopo le reazioni immediate da parte del portavoce del Vaticano, che non ha esplicitamente definito il massacro di Orlando come un crimine omofobico o dettato dall’odio.

Anche se le parole di Papa Francesco sono state concise, il loro contenuto è potente. Dopo tre anni, il Papa amplifica la sua famosa frase: “Chi sono io per giudicare?” (2013) a “Chi siamo noi per giudicare?”, Estendendo il suo messaggio originale da una riflessione personale ad un invito aperto a tutta la Chiesa. È una dichiarazione che non può essere sottovalutata. Mostra la sua visione che ha per la comunità cattolica.

Nell’Anno della Misericordia, dice ai cattolici, che non solo è necessaria una riflessione sul tema dell’omosessualità, ma anche espressioni reali di umiltà e semplicità. Tutto questo deve essere parte di una risposta esaustiva alle richieste di inclusione dei cattolici LGBTQI. La dichiarazione del Papa “Credo che la Chiesa non solo deve chiedere scusa alle persone gay che ha offeso” è una pietra miliare storica. Papa Francesco rende palese l’impatto profondo che gli insegnamenti tradizionali, le proprie omissioni della Chiesa, e qualsiasi altra pratica o discorso potrebbero avere sui cattolici LGBTQI, spesso provocando azioni dannose e violente contro di loro e le loro famiglie. Nulla può giustificare la violenza che abbiamo visto a Orlando. Ma sappiamo fin troppo bene che gli atteggiamenti omofobici sottili, come il silenzio, l’esclusione o costringere le persone a nascondersi, hanno spesso preparato il terreno alla violenza.

Per il GNRC, l’invito del Papa alla Chiesa tutta di ‘scuse’ ai cattolici LGBTQI è una grande opportunità per tutti noi di diventare parte della soluzione. Seguendo questo spirito, proponiamo, come passo concreto, di avviare e sviluppare una commissione ufficiale in Vaticano per rendere operativa questa discussione. “Siamo consci dei rischi che il Papa sta assumendo in questo processo ed esprimiamo il nostro sentito ringraziamento e lo incoraggiamo a mantenersi saldo su questa strada di inclusione e giustizia nella Chiesa”, ha dichiarato Fernando Gonzalez (Cile) dal comitato direttivo del GNRC.

“Apprezziamo profondamente come il Papa rivolga il suo messaggio non solo alle persone LGBTQI. Anche gli altri che vivono con noi alle periferie della Chiesa, come i poveri, le donne sfruttate o i bambini costretti a lavorare, a causa di discriminazioni e limitazioni delle pratiche pastorali del passato, sono in attesa di inclusione e considerazione. Francesco ci invita a chiedere perdono anche a loro. Ci mostra, in termini molto pratici, come “La gioia dell’Amore” sia sicuramente  un’importante linea guida per tutta la Chiesa.”

Comitato Direttivo del La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC).

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La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) riunisce gruppi e persone che lavorano per la cura pastorale e la giustizia per le persone lesbiche, gay, bisessuali, trans, questioning, ed intersex (LGBTQI) e le loro famiglie. La Rete lavora per linclusione, la piena dignità e uguaglianza di questa comunità nella Chiesa Cattolica Romana e nella società. Il GNRC è stato fondato nellOttobre del 2015 a  Roma durante la conferenza internazionale “Ways of Love”, con 80 partecipanti da 30 Paesi. Al momento, il GNRC rappresenta 25 gruppi di persone cattoliche LGBTQI, le loro famiglie ed amici, di ogni continente.

Pope`s apology to gays: “There are people we Christians could have defended and we didn`t”

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June 27, 2016

Pope`s apology to gays: “There are people we Christians could have defended and we didn`t”

 

 

The Global Network of Rainbow Catholics (GNRC) welcomes the recent words from Pope Francis, on his return from Armenia to Rome. His first personal statement to the LGBTQI community, since the Orlando shooting, brings light and hope not only for us but also to our families. The wider Church requested and waited for a direct and clear message, following the immediate reactions by the Vatican spokesperson, which did not explicitly call the Orlando shooting homophobic or a hate crime.

Even if Pope Francis` words were brief, their content is powerful. After three years, the Pope amplifies his famous sentence “Who am I to judge?” (2013) to “Who are we to judge?”, extending his original message from a personal reflection to an open call for the whole Church. This is a statement that cannot be underestimated. It shows his vision for the Catholic community.

In the Year of Mercy, he tells Catholics that not only reflection on homosexuality is needed, but also real expressions of humility and simplicity. These need to be part of a comprehensive answer to LGBTQI Catholics` claims for inclusion. When the Pope declares that “I believe that the Church not only should apologize to the person who is gay whom it has offended”, this constitutes a historical milestone. Pope Francis makes visible the deep impact that traditional teachings, the Church’s own omissions, and any other practice or speech could have on LGBTQI Catholics, often resulting in harmful and violent actions against them and their families. Nothing can justify violence as we saw it in Orlando. But we know only too well that subtle homophobic attitudes as well as silence, outright exclusion or forcing people back into the ‘closet’, have so many times prepared the ground for violence.

For the GNRC, the Pope’s call to the Church to ‘apologize’ to LGBTQI Catholics is a great opportunity for all of us to become part of the solution. Following this spirit, we propose as a concrete step, to establish and develop an official commission at the Vatican to formalize that discussion. “We know of the risks the Pope takes in this process and we express our heartfelt thanks and encourage him to keep steadfast on this path of inclusion and justice in the Church” said Fernando Gonzalez (Chile) from the Steering Committee of the GNRC.

“We deeply appreciate how the Pope opens his message not only to LGBTQI people. Those others who live with us at the periphery of the Church, like the poor, exploited women or children forced to work, due to discrimination and the limitations of past pastoral practices are also waiting for our inclusion and consideration. Francis calls us to ask them for forgiveness, too. He shows us in very practical terms how “The Joy of Love” is indeed a major guideline to all the Church.”

Steering Committee of the Global Network of Rainbow Catholics (GNRC).

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The Global Network of Rainbow Catholics (GNRC) brings together organizations and individuals who work for pastoral care and justice for lesbian, gay, bisexual, trans, questioning, and intersex (LGBTQI) people and their families. The Network works for inclusion, dignity and equality of this community in the Roman Catholic Church and society. The GNRC was founded in October 2015 at the Rome conference, “Ways of Love”, with 80 participants from 30 countries. To date, the GNRC represents 25 groups of LGBTQI Catholics, their families and friends from all continents.

 

Disculpa del Papa a la comunidad gay: “Hay personas que, como Cristianos, debimos haber defendido y no lo hicimos”

GNRC Logo

27 de Junio, 2016

Disculpa del Papa a la comunidad gay: “Hay personas que, como Cristianos, debimos haber defendido y no lo hicimos


La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) acoge con agrado las recientes palabras del Papa Francisco, durante su viaje de regreso de Armenia a Roma. Su primera declaración oficial a la comunidad LGBTQI, desde el tiroteo de Orlando, brinda luz y esperanza no sólo a nosotros sino también a nuestras familias. La Iglesia ampliada solicitó y esperó por un mensaje directo y claro, siguiendo las reacciones inmediatas del vocero del Vaticano, las cuales no llamaron explícitamente al evento de Orlando como un crimen homofóbico o de odio.

A pesar de que las palabras del Papa Francisco son breves, su contenido es poderoso. Tras tres años, el Papa amplía su famosa declaración “Quien soy yo para juzgar?” (2013) a “Quienes somos nosotros para juzgar?”, extendiendo su mensaje original desde una reflexión personal a un llamado abierto para toda la Iglesia. Esta declaración no puede ser subestimada, pues muestra su visión para la comunidad Católica.

En el Año de la Misericordia, transmite a los Católicos que no solo la reflexión en torno a la homosexualidad es necesaria, sino también expresiones reales de humildad y sencillez. Este requerimiento es parte de una respuesta comprensiva, a las solicitudes de los Católicos LGBTQI, por inclusión. Cuando el Papa declara que “Creo que la Iglesia no solo debiese disculparse con las personas que son Gay a las cuales ha ofendido”, se constituye un hito histórico. El Papa Francisco hace visible el profundo impacto que las enseñanzas tradicionales, las propias omisiones de la Iglesia, y cualquier otra práctica o dicho puedan haber tenido en los Católicos LGBTQI, resultando frecuentemente en dañinas y violentas acciones en su contra o la de sus familias. Nada puede justificar, de esta forma, la violencia que observamos en Orlando. Sabemos demasiado bien que las actitudes homofóbicas camufladas como también los silencios, la exclusión completa o forzar a las personas a retornar al ‘closet’, han preparado muchas veces el camino hacia la violencia.

Para la GNRC, el llamado del Papa a “disculparse” con los Católicos LGBTQI se vuelve una gran oportunidad para todos nosotros de ser parte de la solución. Siguiendo su iniciativa, proponemos como un paso concreto, establecer y desarrollar una comisión oficial en el Vaticano para formalizar esta discusión. “Sabemos de los riesgos que toma el Papa en este proceso y expresamos nuestro sentido agradecimiento y lo alentamos a mantenerse firme en su recorrido por la inclusión y justicia en la Iglesia” dice Fernando González (Chile) parte del Comité Central de la GNRC.

“Apreciamos profundamente como el Papa abre su mensaje no solo a las personas LGBTQI. Aquellos que conviven con nosotros en la frontera de la Iglesia, como los pobres, las mujeres abusadas o los niños forzados a trabajar, debido a la discriminación y las limitaciones de las practicas pastorales tradicionales, están también esperando por nuestra inclusión y consideración. Francisco nos convoca a solicitar también su perdón. Él nos muestra como en términos prácticos “La Alegría del Amor” es sin duda una guía significativa para toda la Iglesia.”

Comité Central de la Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC).

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La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) se conforma de organizaciones e individuos que trabajan por el cuidado pastoral y justicia para personas lesbianas, gays, bisexuales, transexuales, queer, e intersexuales (LGBTQI) y sus familias. La red trabaja por la inclusión, dignidad e igualdad de esta comunidad en la Iglesia Católica Romana y la sociedad en general. La GNRC fue fundada en octubre del 2015 en la conferencia de Roma, “Los Caminos del Amor”, con 80 participantes de 30 países. A la fecha la GNRC representa a 25 grupos de católicos LGTBQI, sus familias y amigos de todos los continentes.

 

Le pape s’excuse aux gays : “Il y a des gens que nous les chrétiens auraient pu défendre et nous ne l’avons pas fait”

GNRC Logo

27 juin 2016

Le pape s’excuse aux gays : “Il y a des gens que nous les chrétiens auraient pu défendre et nous ne l’avons pas fait”

 

Le Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC) se félicite des récents propos que le pape François a tenus pendant son vol d’Arménie à Rome. Cette première déclaration personnelle à la communauté LGBTQI depuis la tuerie d’Orlando, apporte lumière et espoir non seulement pour nous mais pour nos familles. L’Église dans son ensemble avait demandé et attendu un message clair et direct, après les réactions immédiates de Mgr Lombardi, le porte-parole du Vatican, qui n’avaient pas désigné explicitement la fusillade d’Orlando comme homophobe ou comme un crime de haine.

Même si les mots étaient peu nombreux, leur contenu est puissant. Après trois ans, le pape amplifie sa phrase célèbre « Qui suis-je pour juger? » (2013) qui devient « Qui sommes-nous pour juger? », en étendant ainsi son message original d’une réflexion personnelle à un appel ouvert à l’Église entière. L’importance de cette déclaration ne doit pas être sous-estimée. Elle révèle sa vision pour la Communauté Catholique.

Dans cette Année de la Miséricorde, il dit aux catholiques qu’il faut non seulement de la réflexion sur l’homosexualité, mais également des expressions réelles d’humilité et de simplicité. Ces dernières doivent s’intégrer à une réponse complète aux demandes d’inclusion des catholiques LGBTQI. Lorsque le pape déclare « Je crois que l’Église devrait non seulement demander pardon à la personne gay qu’elle a offusquée », cela constitue un jalon historique. Le pape François rend visible l’impact profond sur les catholiques LGBTQI que pouvaient avoir l’enseignement traditionnel, les omissions de l’Église et toute autre pratique ou parole en provoquant souvent des actions nocives et violentes contre eux et leurs familles. Rien ne peut justifier une violence comme celle vue à Orlando. Mais nous le savons bien que des attitudes subtilement homophobes, tout comme le silence, l’exclusion explicite ou le fait d’obliger les gens à retourner au ‘placard’, ont tant de fois préparé le terrain pour la violence.

Pour le GNRC, l`appel du pape François à l`Eglise à « demander pardon » aux LGBTQI Catholiques est une excellente occasion pour nous tous nous de faire partie de la solution. Suite à cette iniciative, nous proposons comme étape concrete de créer et développer une commission officielle au Vatican pour formalizer cette discussion. « Nous connaissons les risques que prend le pape dans ce processus et nous le remercions du fond du cœur et nous l’encourageons à tenir bon dans ce chemin vers l’Inclusion et la Justice dans l’Église », a déclaré Fernando Gonzalez (Chili) du Comité Directeur du GNRC.

Nous apprécions profondément la manière qu’a le pape d’ouvrir son message au-delà des personnes LGBTQI. Les autres, comme les femmes pauvres et exploitées ou les enfants soumis au travail, qui vivent avec nous dans les marges de l’Église à cause de la discrimination et des limites des pratiques pastorales traditionnelles, attendent également notre inclusion et considération. François nous appelle nous aussi à leur demander pardon. Il nous montre de manière très pratique comment Amoris Laetitia représente une ligne directrice majeure pour toute l’Église. »

Comité Directeur du Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC).

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Le Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC) rassemble des organisations et des individus qui œuvrent pour la pastorale et la justice pour les personnes lesbiennes, gays, trans, questionnantes et intersexes (LGBTQI) et pour leurs familles. Le Réseau défend l’inclusion, la dignité et l’égalité de cette communauté dans l’Église Catholique Romaine et dans la société. Le GNRC a été fondé en octobre 2015 à Rome, lors du colloque « Chemins de l’Amour », avec 80 participants de 30 pays. À l’heure actuelle, le GNRC représente 25 groupes de catholiques LGBTQI, leurs familles et leurs amis de tous les continents.

Le GNRC exprime sa douleur et sa solidarité avec la communauté LGBTQI des États Unis

19 juin 2016

Le Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC) exprime sa douleur et sa solidarité avec la communauté LGBTQI des États Unis.

Nous sommes proches par la douleur et le sentiment d’incompréhension qui nous accablent tous, en tant que personnes LGBTQI, dans ces jours difficiles de deuil et de recherche d’espoir. Pour nous, catholiques LGBTQI et nos familles, il est difficile de réfléchir et de raisonner sur un événement qui a coûté tant de vies à Orlando. La situation nous rappelle nos limites humaines et notre besoin de la miséricorde de Dieu dans de tels moments, où la colère et la tristesse sont souvent nos réactions naturelles et honnêtes.

Nous considérons tous les êtres humains comme nos frères et sœurs. Qu’ils croient en Dieu ou pas, qu’ils adhèrent à une religion particulière ou pas. Nous travaillons pour l’inclusion et la justice dans la société ou l’Église, et par conséquent, nous rejoignons la désolation de la communauté LGBTQI, tout en croyant que tout humain est enfant d’un même Dieu, qu’il soit musulman, chrétien, bouddhiste, hindou, sikh, juif ou adhérent de toute autre foi. Nous sommes tous formés de la même matière, ce qui rappelle que l’amour est une valeur fondamentale de toute religion. La prière pour les victimes, leurs familles et leurs amis a été constante dans nos communautés locales de catholiques LGBTQI dans ces jours qui ont suivi le massacre. Ce qui montre à quel point nous avons été profondément touchés ce sont nos multiples expressions de support, nos prières, nos messes, lettres et articles, à l’intérieur des États Unis et en dehors. En particulier, nos membres de New Ways Ministry et DignityUSA ont fait un merveilleux travail engagé en communiquant nos sentiments partagés et nos pensées intimes, depuis que l’horrible événement d’Orlando a été rendu public.

Au cours des ces sombres journées, ce ne sont pas uniquement des laïcs, mais également des responsables catholiques, qui ont rendu public leur solidarité et leur empathie d’une façon que nous n’avons jamais vue jusqu’ici. Les paroles de nombreux évêques, comme Robert McElroy de San Diego promettant « Je me tiens à vos côtés », nous encouragent à continuer le travail. Nous avons l’espoir que par l’éducation, par le dialogue œcuménique et par le partage de nos expériences de vie, nous changerons la société et l’Église, là où nous trouvons encore trop souvent des gens qui expriment et justifient des attitudes homophobes. Le pape François, dans son récent document Amoris Laetitia, a appelé tout le monde à être plus accueillant et plus inclusif et à rejeter toute espèce d’expression de violence envers les personnes LGBTQI. Un tel appel du pape François insiste sur le fait que la paix n’est pas juste une absence de violence, mais également la présence de justice. Notre engagement et notre volonté, en tant que GNRC, est de suivre ce chemin à Orlando, comme partout ailleurs où les personnes LGBTQI subissent violence, discrimination et victimisation, que ce soit aux Amériques, en Europe, en Asie, en Océanie ou en Afrique.

Que la paix et l’amour de Dieu soient constamment présents et visibles dans nous tous.

Comité Directeur du Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC).

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Le Réseau Mondial des Catholiques Arc-enciel (GNRC) rassemble des organisations et des individus qui œuvrent pour la pastorale et la justice pour les personnes lesbiennes, gays, trans, questionnantes et intersexes (LGBTQI) et pour leurs familles. Le Réseau défend l’inclusion, la dignité et l’égalité de cette communauté dans l’Église Catholique Romaine et dans la société. Le GNRC a été fondé en octobre 2015 à Rome, lors du colloque « Chemins de l’Amour », avec 80 participants de 30 pays. À l’heure actuelle, le GNRC représente 25 groupes de catholiques LGBTQI, leurs familles et leurs amis de tous les continents.

 

Il GNRC esprime dolore e solidarietà alla comunità LGBTQI degli Stati Uniti

19 Giugno 2016

La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) esprime dolore e solidarietà alla comunità LGBTQI degli Stati Uniti.

Non siamo lontani dalla sofferenza e dal  senso di incapacità di comprendere, che ci sovrasta tutti come persone LGBTQI, in questi giorni difficili di dolore e ricerca di speranza. Per noi, persone cattoliche LGBTQI e le nostre famiglie, è difficile riflettere e razionalizzare un evento come quello che ha portato via così tante vite ad Orlando. Questa situazione ci ricorda la nostra fragilità umana e la ricerca della  misericordia di Dio, in questi momenti nei quali spessola rabbia e la tristezza sono le nostre reazioni naturali ed umane.

Noi consideriamo ogni persona come nostro fratello e sorella. Credenti in Dio o no, professino o meno una particolare religione. Noi siamo persone che lavorano per la piena accettazione e la giustizia nella società e nella Chiesa, e per questo ci uniamo al dolore della comunità LGBTQI nel pieno convincimento che tutti siamo figli e figlie di Dio, sia che siamo musulmani, cristiani, buddisti, indù, sikh, ebrei o credenti di ogni altra confessione. Siamo tutti creati della stessa sostanza, e ricordiamo che il primo principio di qualsiasi religione è che l’AMORE, sopra ogni altra cosa, è fondamentale. La preghiera per le vittime, le loro famiglie e i loro amici è stata una costante nelle nostre comunità cattoliche LGBTQI locali in questi giorni successivi alla sparatoria di massa. Si può vedere quanto profondamente siamo stati toccati, attraverso le tante espressioni di solidarietà, attraverso le preghiere, le Messe, le lettere e gli articoli, dentro e fuori dagli Stati Uniti.  In particolare, I nostri membri appartenenti a New Ways Ministry e Dignity USA che hanno fatto un grande lavoro impegnandosi a comunicare I nostri sentimenti condivisi e riflessioni intime, fin da quando gli eventi scioccanti di Orlando sono stati resi noti.

Anche durante quei giorni così bui, non solo laici ma anche leader cattolici hanno reso nota la loro solidarietà ed empatia in modi che non avevamo mai visto prima. Le parole di molti vescovi, come Robert McElroy di San Diego che si è impegnato in un “Io sto con voi”, ci incoraggiano a continuare nel nostro lavoro. Noi abbiamo la speranza che attraverso l’educazione, il dialogo ecumenico e la condivisione delle nostre esperienze di vita produrremo un cambiamento nella società e nella Chiesa, dove ancora troppo spesso troviamo persone che esprimono e giustificano atteggiamenti omofobi. Papa Francesco ha richiamato, nel suo recente documento “Amoris Laetitia”, ad essere più accoglienti ed inclusivi ed a rifiutare ogni tipo di espressione di violenza nei riguardi delle persone LGBTQI. Una tale dichiarazione da Papa Francesco ribadisce che la pace non è solo assenza della violenza, ma anche presenza della giustizia. Il nostro impegno e la nostra volontà, come GNRC, è di percorrere il sentiero di Orlando e dovunque le persone LGBTQI soffrano a causa di violenza, discriminazione e vittimizzazione, essere presenti, nelle Americhe, in Europa, Asia, Oceania o in Africa.

Possano la Pace e l’Amore di Dio essere sempre presenti e visibili in ognuno di noi.

Comitato Direttivo del Global Network of Rainbow Catholics (GNRC).

Iscriviti vostro sostegno e l’approvazione di questa lettera in change.org .

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La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) riunisce gruppi e persone che lavorano per la cura pastorale e la giustizia per le persone lesbiche, gay, bisessuali, trans, questioning, ed intersex (LGBTQI) e le loro famiglie. La Rete lavora per l’inclusione, la piena dignità e uguaglianza di questa comunità nella Chiesa Cattolica Romana e nella società. Il GNRC è stato fondato nell’Ottobre del 2015 a  Roma durante la conferenza internazionale “Ways of Love”, con 80 partecipanti da 30 Paesi. Al momento, il GNRC rappresenta 25 gruppi di persone cattoliche LGBTQI, le loro famiglie ed amici, di ogni continente.

LE GNRC LANCE UN APPEL AU PAPE FRANÇOIS POUR QU’IL CONDAMNE TOUTE HAINE ET TOUTE VIOLENCE ENVERS LES LGBTQI

19 Juin 2016

LE RÉSEAU MONDIAL DES CATHOLIQUES ARC-EN-CIEL LANCE UN APPEL AU PAPE FRANÇOIS POUR QU’IL CONDAMNE TOUTE HAINE ET TOUTE VIOLENCE ENVERS LES LGBTQI

Tout en accueillant favorablement la condamnation par le Vatican de la fusillade d’Orlando en tant que « violence horrible et absurde » et une « manifestation d’une folie meurtrière et d’une haine insensée », le Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC) demande au pape François de se joindre à ses nombreux évêques du monde entier qui ont condamné la dimension de haine envers les LGBTQI de cette tragédie en Floride.

Comme l’ont fait remarquer un nombre grandissant d’évêques aux États Unis, en Europe, en Asie, aux Amériques et en Australie, sans oublier le Président Barack Obama et d’autres leaders mondiaux, ce massacre a été également un crime de haine contre les personnes gays et lesbiennes.

Il est triste de constater que les commentaires répétés de quelques autres cardinaux et évêques catholiques en faveur de la discrimination contre les personnes gays dans l’Église Catholique et dans la législation, encouragent et renforcent la haine et la violence.

Jésus, selon les valeurs de l’Évangile, condamne la violence et la discrimination. Nous serions heureux de voir le pape François se joindre au Président Obama et d’autres leaders mondiaux en condamnant la discrimination et la violence contre les personnes LGBTQI.

En tant que peuple de la foi, attaché aux valeurs de l’Évangile, l’Église Catholique devrait être la première à condamner la violence homophobe-transophobe et les lois injustes.

De l’horreur du massacre d’Orlando, le pape François peut faire sortir du bien, en appelant ses évêques et ses cardinaux, et tous les législateurs du monde, à exécrer toute violence et toute législation qui justifie les crimes de haine et les châtiments dirigés contre les gays.

Un tel appel du pape François insisterait sur le fait que la paix n’est pas juste une absence de violence, mais également la présence de justice.’

Le Comité Directeur du Réseau Mondial des Catholiques Arc-en-ciel (GNRC).

You can find the English version of this letter here.

Puedes encontrar la versión en Español de esta carta aqui.

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Le Réseau Mondial des Catholiques Arc-enciel (GNRC) rassemble des organisations et des individus qui œuvrent pour la pastorale et la justice pour les personnes lesbiennes, gays, trans, questionnantes et intersexes (LGBTQI) et pour leurs familles. Le Réseau défend l’inclusion, la dignité et l’égalité de cette communauté dans l’Église Catholique Romaine et dans la société. Le GNRC a été fondé en octobre 2015 à Rome, lors du colloque « Chemins de l’Amour », avec 80 participants de 30 pays. À l’heure actuelle, le GNRC représente 25 groupes de catholiques LGBTQI, leurs familles et leurs amis de tous les continents.

GNRC INVITA PAPA FRANCESCO A CONDANNARE OGNI VIOLENZA E ODIO CONTRO LE PERSONE LGBTQI

19 Giugno, 2016

LA RETE GLOBALE DEI CATTOLICI ARCOBALENO (GNRC) INVITA PAPA FRANCESCO A CONDANNARE OGNI VIOLENZA E ODIO CONTRO LE PERSONE LGBTQI

Accogliendo la condanna del Vaticano della sparatoria di Orlando, definita “una terribile e assurda violenza” ed una “manifestazione di follia omicida e odio insensato” il Global Network of Rainbow Catholics (GNRC) invita Papa Francesco ad unirsi a tanti suoi vescovi di ogni parte del mondo e condannare anch’egli la dimensione di odio contro le persone LGBTQI di questa tragedia avvenuta in Florida.

Come hanno sottolineato un numero crescente di vescovi negli Stati Uniti, in Europa, Asia, America ed Australia, il presidente Barack Obama ed altri leader mondiali, questo massacro è stato anche un crimine d’odio verso le persone gay e lesbiche.

Tristemente, i continui commenti di alcuni cardinali e vescovi cattolici che fomentano la discriminazione verso le persone gay nella Chiesa Cattolica e a livello legislativo, incoragggiano ed alimentano l’odio e la violenza.

Gesù, ed i valori del Vangelo, condannano la violenza e la discriminazione. Noi apprezzeremmo che Papa Francesco si unisse al Presidente Obama e ad altri leader mondiali nella condanna della discriminazione e della violenza nei riguardi delle persone LGBTQI.

Essendo formata da persone di fede, impegnate nel vivere i valori del Vangelo, la Chiesa Cattolica dovrebbe essere in prima linea nella condanna della violenza omofoba e delle leggi discriminatorie.

Papa Francesco può creare qualcosa di buono dall’orrore del massacro di Orlando con il richiamo a tutti i suoi vescovi e cardinali, ed a tutti i legislatori del mondo, ad aborrire qualsiasi violenza o legge che permetta crimini e punizioni di origine omofoba e transofoba.

Una tale affermazione da parte di Papa Francesco sottolineerebbe che la pace non è solamente l’assenza della violenza, ma anche la presenza della giustizia.

Comitato Direttivo del Global Network of Rainbow Catholics (GNRC).

You can find the English version of this letter here.

Puedes encontrar la versión en Español de esta carta aqui.

Vous trouverez une version Française de cette lettre ici.

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La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) riunisce gruppi e persone che lavorano per la cura pastorale e la giustizia per le persone lesbiche, gay, bisessuali, trans, questioning, ed intersex (LGBTQI) e le loro famiglie. La Rete lavora per l’inclusione, la piena dignità e uguaglianza di questa comunità nella Chiesa Cattolica Romana e nella società. Il GNRC è stato fondato nell’Ottobre del 2015 a  Roma durante la conferenza internazionale “Ways of Love”, con 80 partecipanti da 30 Paesi. Al momento, il GNRC rappresenta 25 gruppi di persone cattoliche LGBTQI, le loro famiglie ed amici, di ogni continente.