A GNRC declara: Não há contradição entre ser uma pessoa LGBTI e o apelo à vocação religiosa

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Dezembro 8, 2016. Observamos uma perigosa regressão, relativamente aos passos previamente dados pelo Papa Francisco, a favor da inclusão das pessoas LGBTI na Igreja. No recentemente editado O Dom da Vocação Presbiteral (Dezembro 8, 2016), a Congregação para o Clero mantem, com a sua linguagem altamente discriminatória, os procedimentos a seguir para com homens não heterossexuais que ingressem em Seminários e eventualmente se tornem sacerdotes (Paginas 78, 81 y 82).

Nós, Rede Global de Católicos Arco-íris (GNRC), permanecemos firmes na inclusão e pela justiça para com os laicos LGBTI e suas famílias na Igreja. Também declaramos que todos os homens e mulheres religiosos, que seguiram o chamamento de Deus para dedicar a sua vida à construção da Igreja, merecem o mesmo tratamento. “Houve trágicos exemplos, dentro da nossa família da GNRC, onde alguns membros que frequentaram previamente em seminários, lamentavelmente tiveram que renunciar à sua vocação escolhida uma vez que a sua orientação sexual foi descoberta e, em alguns casos, exposta publicamente.”, afirma Ruby Almeida Co-diretora da GNRC e Diretora da Quest (Inglaterra). “Uma vez excluídos do seminário, estes crentes, homens de fé homossexuais sofreram de isolamento, depressão e um imenso sentido de perda e confusão. O seu plano de vida de seguir Jesus foi destroçado por estas práticas discriminatórias” indica.

Empurrar as personas LGBTI para fora da Igreja, em vez de serem tratadas com respeito e dignidade em virtude do seu chamamento vocacional, impôs um tom obscuro e reacionário. “A Igreja afirma em muitos documentos que as pessoas LGBTI deveriam viver em celibato, sem necessidade de expressar a sua sexualidade, mesmo quando diz que o sacerdócio não é uma alternativa. Esta dupla mensagem vinculante distorce a credibilidade da Igreja. Não devemos esquecer a linguagem de uma sedução homoerótica encoberta, no que se refere a uma íntima e exclusiva relação entre o sacerdote e Cristo que a Congregação para o Clero utiliza várias vezes no documento,” explica o Dr. Michael Brinkschroeder Co-diretor da GNRC e chefe de projeto de Homosexuelle und Kirche (Alemanha). “Não se pode esperar pelo bem-estar, a saúde espiritual e mental de uma pessoa quando constantemente lhe indicas uma forma de viver construída a partir do fechar de portas e baseada em mensagens contraditórias”, indica.

Apesar de que o novo protocolo publicado hoje se refere particularmente a homens homossexuais, cria um precedente para todos os LGBTI Católicos, “O que é que se passa com uma mulher lésbica, bissexual, transgénero ou intersexo? Supõe-se que devemos seguir o mesmo caminho tortuoso? O que queremos ver e encontrar é um caminho construtivo e significativo de viver ao serviço da Igreja, uma vez que descobrimos e desejamos viver a partir de uma vocação religiosa”, assinala Ruby Almeida.

Muitas expressões como “Tendência Homossexual” e “Superada” (a Homossexualidade) fazem parte da secção, a qual se relaciona com a anulação da orientação sexual, que pode ser interpretada como um guia subliminar para una terapia reparadora. “O novo protocolo não respeita a integridade moral e espiritual dos candidatos gay ao sacerdócio, pois tenta substituir a sua própria consciência por normas questionáveis de uma hierarquia baseada num entendimento mal informado da homossexualidade”, conclui Michael Brinkschroeder.

Rede Global de Católicos Arco-íris 2016

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A Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC) é formada de organizações e indivíduos que trabalham pelo cuidado pastoral e pela justiça para com pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, e intersexuais (LGBTQI) e suas famílias. A rede trabalha pela inclusão, dignidade e igualdade desta comunidade na Igreja Católica Romana e a sociedade em geral. A GNRC foi fundada em outubro de 2016 na conferência de Roma, “Os Caminhos do Amor”, com 80 participantes de 30 países. À data a GNRC representa 25 grupos de católicos LGTBQI, as suas famílias e amigos de todos os continentes.

La GNRC declara: No hay contradicción entre ser una persona LGBTI y el llamado vocacional religioso

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Diciembre 8, 2016. Observamos una peligrosa regresión, respecto a los pasos previamente dados por el Papa Francisco, a favor de la inclusión de las personas LGBTI en la Iglesia. En el recientemente editado El Don de la Vocación Presbiteral (Diciembre 8, 2016), la Congregación para el Clero mantiene, con su lenguaje altamente discriminatorio, procedimientos a seguir para hombres no heterosexuales que ingresen a Seminarios y eventualmente se conviertan en sacerdotes (Paginas 78, 81 y 82).

Nosotros, La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC), permanecemos firmes por la inclusión y justica de los laicos LGBTI y sus familias en la Iglesia. También declaramos que todos los hombres y mujeres religiosos, que siguieron el llamado de Dios para dedicar su vida por la construcción de la Iglesia, merecen el mismo tratamiento. “Ha habido trágicos ejemplos, dentro de nuestra familia de la GNRC, donde algunos miembros que han estado previamente en seminarios, lamentablemente han tenido que renunciar a su vocación escogida una vez que su orientación sexual ha sido descubierta y, en algunos casos, sobre expuesta públicamente.”, afirma Ruby Almeida Co-directora de la GNRC y Directora de Quest (Inglaterra). “Una vez excluidos del seminario, estos creyentes hombres de fe homosexuales han sufrido de aislamiento, depresión y un inmenso sentido de perdida y confusión. Su plan de vida de seguir a Jesús ha sido destrozado por estas prácticas discriminatorias” indica.

Empujar a las personas LGBTI de la Iglesia, en lugar de ser tratadas con respeto y dignidad en virtud de su llamado vocacional, ha impuesto un tono oscuro y reaccionario. “La Iglesia afirma en muchos documentos que las personas LGBTI debieran vivir en celibato, sin la necesidad de expresar su sexualidad, aun cuando luego dice que el sacerdocio no es una alternativa. Este mensaje doble vinculante distorsiona la credibilidad de la Iglesia. No debemos tampoco olvidar el lenguaje de una seducción homo-erótica encubierta, respecto a una íntima y exclusiva relación entre el sacerdote y Cristo que la Congregación para el Clero utiliza varias veces en el documento,” explica el Dr. Michael Brinkschroeder Co-director de la GNRC y jefe de proyecto de Homosexuelle und Kirche (Alemania). “No se puede esperar el bienestar, de la salud spiritual y mental, para alguien cuando constantemente le indicas una forma de vivir construida desde el cierre de puertas y basada en mensajes contradictorios”, indica.

A pesar de que el nuevo protocolo publicado hoy se refiere particularmente a hombres homosexuales, crea un precedente para todos los LGBTI Católicos, “¿Qué pasa con una mujer lesbiana, bisexual, transgénero o intersexo? ¿Se supone que debemos seguir el mismo camino tortuoso? Lo que queremos ver y encontrar es un camino constructivo y significativo de vivir en el servicio a la Iglesia, una vez que descubrimos y deseamos vivir desde una vocación religiosa”, señala Ruby Almeida.

Muchas expresiones como “Tendencia Homosexual” y “Superada” (la Homosexualidad) son parte de la sección, la cual se relaciona a la anulación de la orientación sexual, que puede ser interpretada como una guía subliminal para una terapia reparativa. “El nuevo protocolo no respeta la integridad moral y spiritual de los candidatos gay al sacerdocio, pues intenta remplazar su propia conciencia por normas cuestionables de una jerarquía basada en un entendimiento mal informado de la homosexualidad”, concluye Michael Brinkschroeder.

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La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) se conforma de organizaciones e individuos que trabajan por el cuidado pastoral y justicia para personas lesbianas, gays, bisexuales, transexuales, queer, e intersexuales (LGBTI) y sus familias. La red trabaja por la inclusión, dignidad e igualdad de esta comunidad en la Iglesia Católica Romana y la sociedad en general. La GNRC fue fundada en octubre del 2015 en la conferencia de Roma, “Los Caminos del Amor”, con 80 participantes de 30 países. A la fecha la GNRC representa a 25 grupos de católicos LGTBI, sus familias y amigos de todos los continentes.

A GNRC declara: O discurso exagerado do Papa Francisco contra o “Género” expõe as contradições no seu propósito de apoio pastoral a pessoas LGBTI

A Rede Global de Católicos Arco-íris (GNRC) sente satisfação pelo facto de que o Papa Francisco tenha feito um maior reconhecimento das pessoas LGBTI e das suas famílias, durante a sua visita oficial à Geórgia e de imediato uma conferência de imprensa no seu regresso a Roma.

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A Rede Global de Católicos Arco-íris (GNRC) sente satisfação pelo facto de que o Papa Francisco tenha feito um maior reconhecimento das pessoas LGBTI e das suas famílias, durante a sua visita oficial à Geórgia e de imediato uma conferência de imprensa no seu regresso a Roma. As suas palavras contêm importantes mensagens sobre a forma como o Papa Francisco concebe o cuidado pastoral para com as pessoas LGBTI, como um acompanhamento no caminho para Jesus, o qual necessita de um imenso sentido de discernimento pessoal.

A sua intenção de rever as condições particulares e experiências vitais, das pessoas LGBTI, caso a caso e, na sua peculiar expressão, reconhecendo que a vida é a vida, dão um importante testemunho. “O Papa afirma que o cuidado pastoral para com as pessoas LGBTI é sempre a sua prioridade número um. Ele oferece um belo exemplo disso com a história do homem transgénero Espanhol, o qual demonstra a sua empatia e respeito pelos LGBTI Católicos”, indica Ruby Almeida, co-directora da GNRC e diretora da Quest no no Reino Unido.

Enquanto que a ênfase do Papa Francisco, colocada no cuidado pastoral com as pessoas LGBTI, é claramente um passo em frente na Igreja Católica, este tem também um lado sombrio. O qual se torna visível quando usa a expressão “Ideologia de Género”, como fez recentemente em Cracóvia durante a Jornada Mundial da Juventude e agora durante a sua viagem ao Cáucaso. Esta terminologia altamente confusa é frequentemente utilizada pela hierarquia Católica, em todo o mundo, para fazer retroceder os esforços em prol da aceitação e igualdade moral das pessoas LGBTI. “As distintas declarações, durante a sua viagem à Geórgia e Azerbaijão, expuseram, completamente, as contradições, dentro da estratégia do Papa Francisco, para manejar o assunto das pessoas LGBTI.”, declara Michael Brinkschroeder, co-director da GNRC e gestor de projeto de Homosexuelle und Kirche na Alemanha. “Se o discernimento pastoral não está baseado na aceitação da pessoa LGBTI e no reconhecimento da sua igualdade moral, sendo combinado com uma advertência exagerada sobre teorias de género, criam-se mensagens contraditórias. Estas são confusas e produzem dano psíquico. Se o Papa Francisco quer ser realmente um bom pastor para as pessoas LGBTI, necessita ordenar os seus pensamentos relativamente à mensagem que deseja comunicar.”.

Necessitamos ver uma mudança urgente para nos movermos desde a terminologia de “Tendência Homossexual” ou “Condição Homossexual”, ainda utilizada durante a conferência de imprensa, até à mais realista e apropriada que corresponde à “Orientação Sexual”. “O Papa Francisco suavizou as suas palavras quando fala sobre orientação sexual e identidade de género diversa. Contudo, no seu discurso, o Papa revela um alto nível de preconceito e de desconhecimento das experiências vitais de uma pessoa LGBTI. A GNRC ficaria contente se iniciasse um diálogo com o Papa para lhe permitir chegar a um entendimento mais holístico das necessidades espirituais e pastorais da nossa comunidade.”, dice Ruby Almeida.

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A Rede Global de Católicos Arco-Íris (GNRC) é formada de organizações e indivíduos que trabalham pelo cuidado pastoral e pela justiça para com pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, e intersexuais (LGBTQI) e suas famílias. A rede trabalha pela inclusão, dignidade e igualdade desta comunidade na Igreja Católica Romana e a sociedade em geral. A GNRC foi fundada em outubro de 2016 na conferência de Roma, “Os Caminhos do Amor”, com 80 participantes de 30 países. À data a GNRC representa 25 grupos de católicos LGTBQI, as suas famílias e amigos de todos os continentes.

GNRC dichiara: la retorica esagerata di Papa Francesco contro il “genere” espone le contraddizioni della sua pastorale per le persone LGBTI

La rete globale dei cattolici arcobaleno (GNRC) apprezza il fatto che Papa Francesco abbia fatto importanti riconoscimenti alle persone LGBTI e alle loro famiglie durante il suo ultimo viaggio ufficiale in Georgia e anche nella conferenza stampa mentre rientrava a Roma.

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3 ottobre 2016. La rete globale dei cattolici arcobaleno (GNRC) apprezza il fatto che Papa Francesco abbia fatto importanti riconoscimenti alle persone LGBTI e alle loro famiglie durante il suo ultimo viaggio ufficiale in Georgia e anche nella conferenza stampa mentre rientrava a Roma. Le sue parole contengono messaggi molto importanti sulla idea di Papa Francesco di pastorale per le persone LGBTI come un accompagnamento verso Gesù, che ha bisogno di un grande discernimento.

La sua intenzione di rivedere le condizioni particolari e le esperienze di vita delle persone LGBTI, caso per caso, e nella loro particolare espressione, riconoscendo che la vita è vita, dà una testimonianza importante. Rubino Almeida, co-presidente del GNRC e presidente di Quest nel Regno Unito sostiene che: “Il Papa afferma che la pastorale per le persone LGBTI è sempre la sua priorità. Egli offre un buon esempio con la storia di un uomo transgender spagnolo, che dimostra la sua empatia e il suo rispetto per i cattolici LGBTI “.

Mentre l’enfasi che Papa Francesco mette sulla pastorale delle persone LGBTI è chiaramente un passo in avanti nella Chiesa cattolica, c’è anche un lato oscuro. Ciò diventa evidente quando usa l’espressione “ideologia di genere”, come ha fatto di recente a Cracovia durante la Giornata Mondiale della Gioventù e ora, di nuovo, durante i suoi viaggi nel Caucaso. Questa terminologia altamente confusa è attualmente utilizzata dalla gerarchia cattolica in tutto il mondo per respingere gli sforzi verso l’accettazione e l’uguaglianza morale delle persone LGBTI. Secondo il dr. Michael Brinkschroeder, co-presidente del GNRC e responsabile del progetto di Homosexuelle und Kirche in Germania, “Le diverse dichiarazioni durante il suo viaggio in Georgia e Azerbaigian hanno messo in evidenza le contraddizioni della strategia di Papa Francesco per affrontare la questione delle persone LGBTI”. “Se il discernimento pastorale non si basa sull’accettazione della persona LGBTI e sul riconoscimento della sua uguaglianza morale, ma è accompagnato da un’eccessiva allerta sulla teoria del genere, si creano messaggi bidirezionali. I messaggi bidirezionali confondono e nuocciono psicologicamente. Se Papa Francesco vuole davvero essere un buon pastore per le persone LGBTI, ha bisogno di prendere una decisione chiara su quale messaggio vuole inviare”.

Abbiamo bisogno di assistere ad un cambiamento terminologico con l’abbandono di espressioni del tipo «tendenze omosessuali» o «condizione omosessuale», ancora usate durante la conferenza stampa, e la più propria adozione di espressioni del tipo «orientamento sessuale». Per Rubino Almeida: “Papa Francesco ha ammorbidito le sue parole parlando di orientamento sessuale e diversità dell’identità di genere. Tuttavia, in ciò che dice, il Papa rivela un livello di pregiudizio e di incomprensione delle esperienze di vita delle persone LGBTI. Il GNRC sarebbe molto felice di iniziare un dialogo con il Papa per consentirgli di ottenere una comprensione più olistica dei bisogni spirituali e pastorali della nostra comunità “.

Rete globale dei cattolici arcobaleno 2016

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La Rete Globalei dei Cattolici Arcobaleno (GNRC) riunisce gruppi e persone che lavorano per la cura pastorale e la giustizia per le persone lesbiche, gay, bisessuali, trans, questioning, ed intersex (LGBTQI) e le loro famiglie. La Rete lavora per l’inclusione, la piena dignità e uguaglianza di questa comunità nella Chiesa Cattolica Romana e nella società. Il GNRC è stato fondato nell’Ottobre del 2015 a  Roma durante la conferenza internazionale “Ways of Love”, con 80 partecipanti da 30 Paesi. Al momento, il GNRC rappresenta 25 gruppi di persone cattoliche LGBTQI, le loro famiglie ed amici, di ogni continente.

La GNRC declara: El discurso exagerado del Papa Francisco en contra del “Género” expone las contradicciones en su idea de cuidado pastoral para personas LGBTI

La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) aprecia que el Papa Francisco haya hecho un mayor reconocimiento de las personas LGBTI y sus familias, durante su visita oficial a Georgia y luego en una conferencia de prensa en su regreso a Roma.

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La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) aprecia que el Papa Francisco haya hecho un mayor reconocimiento de las personas LGBTI y sus familias, durante su visita oficial a Georgia y luego en una conferencia de prensa en su regreso a Roma. Sus palabras contienen importantes mensajes sobre la forma en que el Papa Francisco concibe el cuidado pastoral para personas LGBTI, como un acompañamiento en el camino a Jesús, el cual necesita de un inmenso sentido de discernimiento personal.

Su intención de revisar las condiciones particulares y experiencias vitales, de las personas LGBTI, caso a caso y, en su peculiar expresión, reconociendo que la vida es la vida, dan un importante testimonio. “El Papa afirma que el cuidado pastoral para personas LGBTI es siempre su prioridad número uno. Él ofrece un muy buen ejemplo de ello con la historia del hombre transgénero Español, lo cual demuestra su empatía y respeto por los LGBTI Católicos”, indica Ruby Almeida, Co-Directora de la GNRC y Directora de Quest en el Reino Unido.

Mientras que el énfasis del Papa Francisco, puesto en el cuidado pastoral para personas LGBTI, es claramente un paso adelante en la Iglesia Católica, este tiene también un lado sombrío. El cual se vuelve visible cuando usa la expresión “Ideología de Género”, como hizo recientemente en Cracovia durante la Jornada Mundial de la Juventud y ahora durante su viaje al Cáucaso. Esta terminología altamente confusa es frecuentemente utilizada por la jerarquía Católica, en todo el mundo, para hacer retroceder en los esfuerzos en pro de la aceptación e igualdad moral de las personas LGBTI. “Las distintas declaraciones, durante su viaje a Georgia y Azerbaiyán, han expuesto completamente las contradicciones, dentro de la estrategia del Papa Francisco, para manejar el tema de las personas LGBTI.”, declara Michael Brinkschroeder, Co-Director de la GNRC y Gerente de Proyecto de Homosexuelle und Kirche en Alemania. “Si el discernimiento pastoral no está basado en la aceptación de la persona LGBTI y en el reconocimiento de su igualdad moral, siendo combinado con una advertencia exagerada sobre teorías de género, se crean mensajes doble vinculantes. Los mensajes doble vinculantes son confusos y producen daño psíquico. Si el Papa Francisco realmente quiere ser un buen pastor para las personas LGBTI, necesita ordenar sus pensamientos respecto a cuál es el mensaje que desea comunicar.”.

Necesitamos ver un cambio urgente para movernos desde la terminología de “Tendencia Homosexual” o “Condición Homosexual”, aún utilizada durante la conferencia de prensa, a la más realista y apropiada que corresponde a “Orientación Sexual”. “El Papa Francisco ha suavizado sus palabras cuando habla sobre orientación sexual e identidad de género diversa. Sin embargo, en su discurso, el Papa revela un alto nivel de prejuicio y de desconocimiento de las experiencias vitales de una persona LGBTI. La GNRC estaría complacida de iniciar un diálogo con el Papa para permitirle llegar a un entendimiento más holístico de las necesidades espirituales y pastorales de nuestra comunidad.”, dice Ruby Almeida.

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La Red Global de Católicos Arcoíris (GNRC) se conforma de organizaciones e individuos que trabajan por el cuidado pastoral y justicia para personas lesbianas, gays, bisexuales, transexuales, queer, e intersexuales (LGBTI) y sus familias. La red trabaja por la inclusión, dignidad e igualdad de esta comunidad en la Iglesia Católica Romana y la sociedad en general. La GNRC fue fundada en octubre del 2015 en la conferencia de Roma, “Los Caminos del Amor”, con 80 participantes de 30 países. A la fecha la GNRC representa a 25 grupos de católicos LGTBI, sus familias y amigos de todos los continentes.

#CHIESAASCOLTACI: “RISCOPRIAMO LA PIAZZA COME LUOGO DI INCONTRO E DI CONFRONTO”

LA CAMPAGNA/APPELLO DI CAMMINI DI SPERANZA per l’anno del Giubileo della Misericordia

Andrea Rubera

 

DI Andrea Rubera  – Giornalista italiano, portavoce dell’Associazione Cammini di Speranza e collaboratore media del GNRC.

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Alla vigilia del Family Day*, muove i primi passi Cammini di Speranza, l’associazione nazionale delle persone LGBT cristiane, con #chiesaascoltaci, una campagna di storie, di vite vere per una chiesa casa per tutti! Garantire armonia, dignità ed eguaglianza nella Chiesa Cattolica e nella società.

#chiesaascoltaci è una campagna di storytelling che presenta, a cadenza settimanale per tutto l’anno del Giubileo della Misericordia, un appello o una storia lanciati, di volta in volta, dauna persona LGBTI cattolica, ma anche da loro genitori, parenti, amici, rivolti alla chiesa intera, perché diventi finalmente casa per tutti, capace di inclusione e accoglienza.

Conosci alcuni dei fratelli e delle sorelle di Cammini di Speranza che hanno lanciato ilò loro appello “Chiesa ascoltaci!”.

L’idea centrale della campagna è’ di  riscoprire le piazze, reali ma anche quelle virtuali offerte dai social network come luoghi di incontro in un momento in cui sembra che la logica delle barricate, della contrapposizione ideologica sia l’unica via percorsa.

Nell’anno del giubileo della Misericordia sembra possibile che, proprio nella luce di questa della Misericordia, debba trovare spazio ogni persona, ogni storia, ogni affetto, con uguale dignità, uguale rispetto, senza pregiudizio.

Papa Francesco ci invita a costruire ponti e noi siamo qui a raccogliere questo invito. Vogliamo che i pastori si vestano anche della nostra “puzza di pecore” che per tanti anni è stata puntualmente evitata una puzza sconosciuta.

Ogni capitolo della campagna include un ritratto di Simone Cerio, un famoso fotografo italiano che ha offerto il suo talent per dare una vesta visiva alle storie/appelli scritti.

Scrive Giulia al papa nel primo capitolo della campagna: “Papa Francesco, Dio non commette errori, ma chi vive l’omosessualità è, a parer Tuo, “in errore oggettivo”. Eppure, se io non fossi lesbica, la mia fede sarebbe scialba perché è la mia omosessualità che mi ha portata a fare una ricerca spirituale e a cercare di vivere in Cristo. Se io non fossi lesbica non avrei conosciuto la paura di essere giudicata e quindi non avrei imparato il rispetto per ciò che non conosco. Se io non fossi lesbica non avrei conosciuto l’amore perché è il Signore che mi ha mandato la persona che amo. Vedi, papa Francesco, per me Dio non commette errori: mi ha resa una persona “diversa” perché sapeva che per me sarebbe stata la strada della felicità. E sapeva anche che la diversità è ricchezza per la Chiesa Cattolica ossia, ricordiamolo, la Chiesa “universale”, di tutti”.

La campagna sarà attiva, fino alla fine del Giubileo della Misericordia, su Twitter e Facebook attraverso gli account Social di Cammini di Speranza.

* Family Day, un evento organizzato da associazioni fondamentaliste cattoliche e di destra che ha avuto luogo il 20 gennaio 2016 a Roma presso il Circo Massimo per protestare contro la Legge sulle Unioni Civili che era al momento in esame al Parlamento e che ora è finalmente divenuta legge.

Per informazioni e contatti su Cammini di Speranza:

Website: www.camminidisperanza.org         Mail:           info@camminidisperanza.org

Twitter:   Cdisperanza                                  Facebook: Cammini di Speranza

Tags: #chiesaascoltaci #camminidisperanza

Portavoce: Andrea Rubera (cel: +39 335 7510922)

CDSCammini di speranza è un’associazione composta da persone cristiane, di varie provenienze, percorsi, età, orientamento sessuale e identità di genere che si impegnano  nell’accoglienza di  chiunque sia  interessato ad approfondire le tematiche  riguardanti la  fede e l’omosessualità per promuovere il rispetto, la dignità e l’uguaglianza delle persone LGBT  nelle chiese e nella società.

Simone Cerio è nato a Pescara nel 1983. Si è specializzato in fotogiornalismo e storytelling multimediale. Dopo aver realizzato molti reportage in tanti paesi, nel 2014 ha avuto un incarico in Afghanistan, in cooperazione con la ONLUS Emergency, che ha prodotto una mostra itinerante in tutta Italiache ha presentato la storia del primo studente italiano a finire i suoi studi in un territorio di guerra. Vincitore del Social Photo Fest 2014 di Perugia e della sezione di Fotografia Etica del Festival di Lodi, Simone collabora anche con importanti riviste nazionali e internazionali, come Vanity Fair, Il Corriere della Sera, Donna Moderna, Gioia, Alibi, Rogue, His Life China, Russia Behind the Headlines, Shutr, Internazionale,D La Repubblica, Panorama. Per ulteriori informazioni visitate www.simonecerio.com.

#CHIESAASCOLTACI : “Juntos encontremos um lugar onde possamos reunir-nos e conhecer-nos”

Campanha de Comunicação e Defesa do Caminho de Esperança para o ano do Jubileu da Misericórdia.

Andrea Rubera

 

Por Andrea Rubera – Jornalista Italiano, ativista do grupo LGBTI Católicos Italianos Caminho de Esperança e colaborador de imprensa da GNRC.

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Na véspera do Dia da Família*, Caminho de Esperança (Cammini di Speranza), a primeira Associação Italiana de Cristãos LGBTI, deu os seus primeiros passos para lançar a campanha #chiesaascoltaci (Igreja, escuta-nos!). Uma campanha de relatos verídicos, dirigida a uma Igreja que é casa para todos e na qual poderia ser possível assegurar harmonia, dignidade e igualdade dentro da própria Igreja Católica e na sociedade.

#chiesaascoltaci é uma campanha de relatos em que durante cada semana, do Ano do Jubileu da Misericórdia, se apresenta uma história ou uma causa promovida não só por Católicos LGBTI, pois inclui também os seus pais, familiares e amigos. Dirige-se à Igreja completa, pois se concentra em, finalmente, fazer desta uma casa de inclusão e aceitação para todos.

Conhece alguns dos irmãos e irmãs do Caminho de Esperança proclamando “Igreja, escuta-nos!”

A ideia central da campanha é redescobrir as praças públicas, não só as reais mas também as virtuais, oferecidas pelas redes sociais, como lugares de encontro. Isto num tempo em que a lógica das barricadas e a oposição ideológica parece ser o único caminho para as pessoas de se comportarem ou responderem.

No ano do Jubileu da Misericórdia, parece claramente possível que à luz desta misericórdia cada pessoa, cada história, cada emoção possa encontrar um espaço com igual dignidade, igual respeito e sem preconceitos.

O Papa Francisco convida-nos a construir pontes e estamos aqui para atender a esse apelo. Queremos pastores que reconheçam o nosso “cheiro a ovelhas” nas suas roupas, um cheiro que foi cuidadosamente rejeitado durante muitos anos.

Cada capítulo inclui um retrato fotográfico de Simone Cerio, um reconhecido fotógrafo italiano que ofereceu a sua arte para dar uma visão à história/campanha/causa descrita.

Julia escreve ao Papa no primeiro capítulo da campanha “Papa Francisco, Deus não comete erros, mas para muitas pessoas católicas, aqueles que vivem vidas homossexuais, são um erro objetivo. Com toda a certeza, se eu não fosse lésbica, a minha fé seria nula pois é a minha sexualidade a que me orienta a viver uma procura espiritual e a tentar viver em Cristo. Se não fosse lésbica, não teria conhecido o medo de ser julgada e então não teria aprendido a ter respeito por aquilo que não conheço. Se não fosse lésbica, não teria conhecido o amor porque foi o Senhor o que me enviou à pessoa que amo. Papa Francisco, na minha opinião Deus não comete erros: Ele fez- me uma pessoa “diferente”, porque Ele sabia que para mim seria o caminho para a felicidade. Ele também sabia que a diversidade é riqueza completa para a Igreja Católica, a Igreja Universal para todos”. Esta campanha estará ativa até ao final do Jubileu da Misericórdia, no Twitter e no Facebook através das contas das redes sociais de Caminho de Esperança.

*O Dia da Família, um evento organizado por alguns fundamentalistas Católicos e associações de Direita, teve lugar a 30 de junho no Circo Massimo em Roma para protestar contra o Projeto de Lei de União Civil que estava sendo discutido no Parlamento Italiano nesse momento e que finalmente se converteu em lei.

Para mais informação e contactos da Caminho de Esperança, visita:

Sitio Web: www.camminidisperanza.org Email: info@camminidisperanza.org

Twitter:   Cdisperanza Facebook: Cammini di Speranza

Tags: #chiesaascoltaci #camminidisperanza

Porta-voz: Andrea Rubera (cel: +39 335 7510922)

CDSCaminho de Esperança é uma associação de pessoas cristãs, de diversas origens, percursos, idade, orientação sexual e identidade de género. Todos comprometidos em acolher alguém, em estudar os assuntos relacionados com a fé e a homossexualidade, para promover o respeito, dignidade e igualdade para com as pessoas LGBTI dentro das Igrejas e da sociedade.

Simone Cerio nasceu em Pescara, em 1983. Especializou-se em foto-reportagens e no relato de histórias através de ferramentas multimédia. Após escrever muitas reportagens em diversos países, em 2014 completou a sua missão no Afeganistão em cooperação com a ONG EMERGENCY, as quais foram exibidas em toda a Itália para ilustrar a história do primeiro estudante graduado Italiano que terminou os seus estudos em território de guerra. Ganhador do Peruggia Photo Fest 2014 e da categoria ONG do Festival de Fotografia Ética de Lodi. Simone também colabora em importantes revistas nacionais e internacionais como Vanity Fair, Il Corriere della Sera, Donna Moderna, His Life China, Russia Behind the Headlines, Shuter, Internazionale, D La Republica, Panorama, etc.

 

#CHIESAASCOLTACI : “Juntos encontremos un lugar donde podamos reunirnos y conocernos”

La Campaña de Comunicación y Defensa de Camino de Esperanza para el año del Jubileo de la Misericordia.

Andrea Rubera

 

Por Andrea Rubera – Periodista Italiano, activista del grupo LGBTI Católico italiano Camino de Esperanza y colaborador de medios de la GNRC.

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En la vispera del Dia de la Familia*, Camino de Esperanza (Camini di Speranza), la primera Asociación Italiana de Cristianos LGBTI, realizó sus primeros pasos para lanzar la campaña #chiesaascoltaci (Iglesia, escúchanos!). Una campaña de historias verídicas, dirigida a una Iglesia que es hogar para todos, y en la cual podría ser posible asegurar armonía, dignidad e igualdad dentro de la Iglesia Católica misma y en la sociedad.

#chiesaascoltaci es una campaña de relatos en la que durante cada semana, del Año del Jubileo de la Misericordia, se presenta una historia o una causa promovida no sólo por Católicos LGBTI, pues incluye también a sus padres, parientes y amigos. Se dirige a la Iglesia completa, pues se enfoca en finalmente hacer de esta una casa de inclusión y aceptación para todos.

Conoce a algunos de los hermanos y hermanos de Camino de Esperanza proclamando “Iglesia, escúchanos!”

La idea central de la campaña es redescubrir las plazas públicas, no solo las reales sino también las virtuales, ofrecidas por las redes sociales, como lugares de encuentro. Esto en un tiempo que la lógica de las barricadas y la oposición ideológica parece ser el único camino para las personas de comportarse o responder.

En el año del Jubileo de la Misericordia, parece claramente posible que en la luz de esta misericordia cada persona, cada historia, cada emoción pueda encontrar un espacio con igual dignidad, igual respeto y sin prejuicios.

El Papa Francisco nos invita a construir puentes y estamos aquí para atender a ese llamado. Queremos pastores que reconozcan nuestro “olor a ovejas” en sus ropas, un olor que ha sido cuidadosamente rechazado por muchos años.

Cada capítulo incluye un retrato fotográfico de Simone Cerio, un reconocido fotógrafo italiano que ofreció su arte para dar una visión a la historia/campaña/causa descrita.

Julia escribe al Papa en el primer capítulo de la campaña “Papa Francisco, Dios no comete errores, pero para muchas personas católicas, aquellos que viven vidas homosexuales, son un error objetivo. Afirmativamente, si yo no fuera lesbiana, mi fe sería nula pues es mi sexualidad la que me orienta a vivir una búsqueda espiritual y tratar de vivir en Cristo. Si no fuera lesbiana, no habría conociendo el miedo de ser juzgada y entonces no habría aprendido respeto para aquello que no conozco. Si no fuera lesbiana, no hubiera conocido el amor porque es el Señor el que me envió a la persona que amo. Papa Francisco, en mi opinión Dios no comete errores: Él me hizo una persona “diferente”, porque Él sabía que para mi sería el camino a la felicidad. Él también sabía que la diversidad es riqueza para la Iglesia Católica completa, la Iglesia Universal para todos”.

Esta campaña estará activa hasta el final del Jubileo de la Misericordia, en Twitter y Facebook a través de las cuentas de las redes sociales de Camino de Esperanza.

*El Día de la Familia, un evento organizado por algunos fundamentalistas Católicos y asociaciones de Derecha, tuvo lugar el 30 de Junio en el Circo Massimo en Roma para protestar contra el Acta de Unión Civil que estaba siendo discutida en el Parlamento Italiano en ese momento y que finalmente se convirtió en ley.

Para más información y contactos sobre Camino de Esperanza, visita:

Sitio Web: www.camminidisperanza.org      Correo:           info@camminidisperanza.org

Twitter:   Cdisperanza                               Facebook: Cammini di Speranza

Tags: #chiesaascoltaci #camminidisperanza

Vocero: Andrea Rubera (cel: +39 335 7510922)

CDSCamino de Esperanza es una asociación de personas cristianas, de diverso origen, recorrido, edad, orientación sexual e identidad de género. Todos comprometidos en recibir a cualquiera en estudiar los asuntos relacionados a fe y homosexualidad para promover el respeto, dignidad e igualdad para las personas LGBTI dentro de las Iglesias y la sociedad.

Simone Cerio nació en Pescara, en 1983. Él se ha especializado en fotoreportajes y en el relato de historias por medio herramientas multimedia. Tras escribir muchos reportes en diversos países, en el 2014 completó su asignación a Afganistán en cooperación con la ONG EMERGENCY, los cuales fueron exhibidos en toda Italia para ilustrar la historia del primer estudiante graduado Italiano que terminó sus estudios en territorio de guerra. Ganador del Peruggia Photo Fest 2014 y de la categoría ONG del Festival de Fotografía Ética de Lodi. Simone también contribuye en importantes revistas nacionales e internacionales como Vanity Fair, Il Corriere della Sera, Donna Moderna, His Life China, Russia Behind the Headlines, Shuter, Internazionale, D La Republica, Panorama, etc. Para más información vista: www.simonecerio.com 

 

As pessoas Transgénero e Intersexo são convidadas para a Mesa da Igreja

A riqueza e a especialidade dos dons, que as pessoas LGBTI podem trazer à Igreja, vêm da sua diversidade de Orientações Sexuais assim como da sua Identidade de Género.

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As pessoas Transgénero e Intersexo (TI), do mesmo modo que as pessoas Gays, Lésbicas e Bissexuais, não escolhem a sua identidade de género. A identidade de género descobre-se, não se escolhe. A natureza humana provou ser mais diversa que as definições usuais sobre heterossexualidade e a conexão entre género e o sexo biológico atribuído no momento do nascimento. Se queremos compreender plenamente a definição de Identidade de Género devemos compreender também o significado de ser uma pessoa Transgénero ou Intersexo:

  • Identidade de Género: Refere-se à experiência de género de cada pessoa, tanto interna como individual, a qual pode ou não corresponder ao sexo atribuído no nascimento, incluindo a sensação corporal pessoal (o qual pode incluir uma decisão pessoal, devido à disforia de género, por uma modificação da aparência física e/ou funcional por meios médicos, cirúrgicos ou outros).
  • Transgénero: Relaciona-se com uma pessoa cuja identidade de género não corresponde à do sexo biológico atribuído ao nascer.
  • Intersexo: Um termo genérico usado para uma variedade de condições, nas quais uma pessoa nasce com uma anatomia, reprodutiva ou sexual, que não se parece ajustar às definições típicas de um corpo feminino ou masculino.

A maior parte das pessoas transgénero e intersexo caminham por um caminho similar à da saída do armário, tal como as pessoas LGB, pelo que a ideia de uma “escolha”, com todos os riscos e potenciais rejeições que envolvem este processo, dificilmente é uma opção, pois, sem lugar a dúvidas, é o resultado de um longo processo interno e pessoal. Se as escolas ensinam que a identidade de género é uma escolha, como o Papa argumentou num recente encontro com bispos Polacos durante a JMJ em julho, sem lugar a dúvida, o curriculum deveria ser mudado. O trabalho duro e os esforços a favor da inclusão na sociedade de pessoas TI, transgénero e intersexo, através de programas educativos nas escolas sobre identidade de género, não fazem parte de uma tendência pós-moderna ou de um lobby tendencioso que procura rever os ensinamentos tradicionais da Igreja ou romper o tecido social. Quando o Papa faz referência ao erróneo conceito de “Ideologia de Género”, cria confusão e mal entendidos dentro e fora da Igreja.

A realidade TI faz parte da história da humanidade desde os seus inícios, como o evidenciam as manifestações artísticas, literárias e outras nas numerosas culturas e religiões à volta do mundo, sejam cristãs ou não, como por exemplo nas Américas, na Polinésia e no Sudeste Asiático. A grande diferença é que hoje a investigação e os resultados de sérios estudos em biologia, psicologia e psiquiatria, mostram claramente que a identidade de género de uma pessoa pode diferir do seu sexo biológico de nascimento.

Entendemos os grandes avanços e os sinais mostrados pelo Papa Francisco, no que diz respeito à visibilidade e acolhimento de Lésbicas, Gays e Bissexuais Católicos na Igreja. Lamentavelmente, os Católicos transgénero e intersexo e as suas famílias, não receberam o mesmo tratamento – apesar do recente encontro do Papa com uma pessoa transgénero de Espanha.

Por exemplo, considerar que as políticas educacionais inclusivas poderão fazer crer aos jovens “que qualquer um pode escolher o seu próprio sexo”, é uma leitura errónea dos resultados científicos e uma falsa interpretação do que as pessoas TI, especialmente os Católicos TI, procuram alcançar. O assédio, a depressão e o suicídio, especialmente este último, são tragicamente mais altos entre pessoas transgénero (41% mais alto comparado com outras pessoas da sua mesma faixa etária). Portanto, abordar este assunto nas escolas é um meio essencial para tentar proteger os mais jovens, especialmente vulneráveis. Mensagens como a recentemente publicada pelo Vaticano, não só contribuem para a dor e isolamento dos católicos TI, como também reforçam o preconceito e a discriminação em países ou regiões, onde a Igreja por vezes encorajou, ou testemunhou silenciosamente, a perseguição e criminalização de pessoas LGBTI e das suas famílias.

A vida de uma mulher transgénero na Igreja.

Joleen J. Mataele, dirigindo a oração matinal, durante o encontro Os Caminhos do Amor em Roma, outubro de 2015.

Joleen J. Mataele, dirigindo a oração matinal, durante o encontro Os Caminhos do Amor em Roma, outubro de 2015.

Joleen J. Mataele é uma mulher transgénero católica de Tonga, com quem tivemos o prazer de conviver durante o encontro inaugural da Rede Global de Católicos Arco-íris. Para muitas pessoas, é o exemplo da diversidade e riqueza que as pessoas LGBTI podem trazer à Igreja. Usualmente o movimento Católico LGBTI é liderado por lésbicas ou gays, pelo que a sua presença entre nós forneceu uma nova e holística perspetiva de que um cuidado pastoral inclusivo completo deve ser para todos.

Durante os 4 dias do evento, ela deu testemunho da realidade LGBTI Católica no seu país natal e teve um papel ativo liderando as orações matinais, missas e mantendo as energias em alta para com todos durante a sua intensa agenda. Ela considera-se a si mesma como uma Fa´afafine, a qual é a forma como a sociedade tongolêsa descreve as mulheres transgénero. “No meu país, o conceito de que o teu papel masculino ou feminino deve ser consistente com o teu sexo biológico, veio com o colonialismo ocidental. Para nós, a tua expressão de género é algo natural que efectivamente é descoberto através do percurso da tua vida e é maioritariamente respeitado e aceite pela nossa cultura tradicional”, diz Joleen quando lhe preguntaram como é ser uma mulher transgénero na sociedade tongolêsa.

Ela é uma dedicada ativista, como Diretora e Cofundadora da Rede de Diversidade Sexual do Pacífico (PSDN as suas siglas em inglês), Conselheira e Fundadora da Associação Transgénero de Jovens Católicos (YCTO), Executiva de Relações Públicas no Comité da Liga de Mulheres Católicas (CWLC) Maestrina do Coro na Juventude da Capela de Nuku´alofa. “Sou mais que uma ativista. Considero-me a mim mesma, também, uma artista, cantora e amante da vida com que Deus me abençoou. Se estamos aqui, juntos, para dar ar fresco à Igreja, devemos estar felizes.”, diz cada vez que a gente lhe pergunta pelo seu carisma natural e personalidade. Ela por sua vez declara que não há problema, para uma pessoa LGBTI, em se unir aos aspetos regulares da vida pastoral Católica no Tonga. “Quando celebrámos uma Vigília, em memória das vítimas do tiroteio de Orlando, estavam ali presentes muitos membros de nosso grupo de cuidado pastoral LGBTI, pois são também membros da Juventude Católica, a qual era um dos principais organizadores.”

“Sou também a orgulhosa mãe de 5 crianças. Cada uma diferente e única. Sei e compreendo como se sente ser alguém que não faz parte dos modelos de identidade de género tradicionais, especialmente quando estou fora da minha terra, mas isso não me restringe de ser uma Católica, mulher e mãe”, conclui.

Novas Esperanças para a Inclusão

Apesar de que o cenário para Católicos TI parece atrasado, comparado a agenda Vaticana e Católica LGB, há muitas pessoas que elevam as suas vozes em sua defesa e inclusão na Igreja. A maior parte dos grupos tradicionais, de cuidado pastoral da diversidade sexual, trasladaram-se desde a sua inicial definição como Católicos LGB para LGBTI. Isto responde à compreensão plena de que a orientação sexual e a identidade de género, diversa, fazem parte da mesma rota de inclusão e justiça na Igreja. De todos os modos, a presença de membros transgénero e intersexo continua a ser muito limitada. Especialmente nos países ocidentais, as suas histórias de sofrimento e discriminação, profundamente vividas desde idades remotas, estão frequentemente relacionadas, direta ou indirectamente, com a Igreja.

Outra razão é que só uns quantos homens e mulheres religiosos lhes têm dado cuidado pastoral direto. Eles mesmos declaram “A identidade de género não é algo que se fale ou discuta no seminário, como fazemos com outros temas como a homossexualidade. Foi um mundo completamente novo para mim, quando a primeira pessoa transgénero veio para guia e assistência no cuidado pastoral”, diz o Padre Pedro Labrín SJ de Chile. Mas boas notícias vêm de sacerdotes e religiosas que expressam a sua simpatia pela inclusão de pessoas transgénero e intersexo na Igreja. Nesta linha, o Padre Bryan Massingale da Arquidiocese de Milwaukee proferiu fortes declarações, como “A Igreja não deve abandonar os transgéneros Católicos” em agosto 2016, para expressar o seu apoio e empatia pelos Católicos TI.

Atualmente, mesmo nos limites da Igreja há religiosos, homens e mulheres, que estão pessoalmente a assumir este desafio. O testemunho da Irmã Mónica Astorga, uma religiosa da congregação das Irmãzinhas Descalças, em Neuken – Argentina, é um testemunho vivo de isso. Ela foi ameaçada, devido ao seu apoio público a mulheres transgénero da sua região, mas mesmo assim declara que “Quem está a gerar confusão aqui, sou eu”, referindo-se a uma conversa que teve com o Papa Francisco em 2015.

Formalmente esperamos e oramos para que a Igreja mostre mais misericórdia e respeito pelas pessoas transgénero e intersexo. Também desejamos expressar a nossa disposição em apoiar a Igreja neste processo. De bom grado aceitamos partilhar as histórias e testemunhos verídicos de Católicos transgénero e intersexo e das suas famílias. Eles informar-nos-ão e guiar-nos-ão sobre a sua fé, vidas, identidade, sofrimentos e esperanças, tudo no espírito da Exortação Apostólica do Papa.

Gostaríamos de recordar que a Igreja é “A Casa de Todos” e esta inclui os nossos irmãos na fé transgénero e intersexo. Estamos todos na mesma procura de reconhecimento, inclusão e justiça na nossa Igreja. Percorremos o mesmo caminho para uma mais sincera união entre a nossa fé e a nossa orientação sexual e/ou identidade de género.

Nota: Apesar de que as pessoas intersexo são mencionadas em repetidas ocasiões neste artigo, este centra-se em pessoas transgénero. Não podendo fazer justiça completa às complexidades de situações que, as pessoas intersexo, podem ter com a sua identidade de género.

Las personas Transgénero e Intersexo están invitadas a la Mesa de la Iglesia

La riqueza y especialidad de los dones, que las personas LGBTI pueden aportar a la Iglesia, viene desde su diversidad de Orientaciones Sexuales como también de su Identidad de Género.

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Las personas Transgénero e Intersexo (TI), al igual que las personas Gays, Lesbianas y Bisexuales, no escogen su identidad de género. La identidad de género es descubierta, no elegida. La naturaleza humana ha probado ser más diversa que las definiciones usuales sobre heterosexualidad y la conexión entre género y el sexo biológico reconocido al momento del nacimiento. Si queremos comprender plenamente la definición de Identidad de Género debemos entender también el significado de ser una persona Trangenero o Intersexo:

  • Identidad de Género: Se refiere a la experiencia de género de cada persona, tanto interna como individual, la cual puede o no corresponder con el sexo asignado al nacimiento, incluyendo la sensación corporal personal (lo cual puede incluir una decisión personal, debido a disforia de género, por una modificación de la apariencia física y/o funcional por medios medicos, cirugias u otros).
  • Transgénero: Se relaciona a una persona cuya identidad de género no corresponde a la del sexo biológico asignado al nacer.
  • Intersexo: Un término general usado para una variedad de condiciones, en las cuales una persona nace con una anatomía, reproductiva o sexual, que no parece ajustarse a las definiciones típicas de un cuerpo femenino o masculino.

La mayor parte de las personas transgénero e intersexo caminan un sendero similar de salida de closet, al igual que las personas LGB, por lo que la idea de una “elección”, con todos los riesgos y potenciales rechazos que envuelve este proceso, es difícilmente una opción pues sin lugar a dudas es el resultado de un largo proceso interno y personal. Si las escuelas enseñaran que la identidad de género es una elección, como el Papa argumentó en un reciente encuentro con obispos Polacos durente el EMJ en Julio, sin lugar a dudas, el currículum debiera ser cambiado. El trabajo duro y los esfuerzos a favor de la inclusión en la sociedad de personas TI, transgénero e intersexo, en los programas educativos de las escuelas sobre identidad de género, no son parte de una tendencia postmoderna o un lobby sesgado que busca revisar las enseñanzas tradicionales de la Iglesia o romper el tejido social. Cuando el Papa hace referencia al erróneo concepto de “Ideología de Género”, crea confusión y malentendidos dentro y fuera de la Iglesia.

La realidad TI ha sido parte de la historia de la humanidad desde sus inicios; evidenciado en el arte, la literatura y en otras numerosas representaciones en muchas culturas y religiones alrededor del mundo, sean cristianas o no, como ejemplo en Las Américas, la Polinesia y el Sudeste Asiático. La mayor diferencia es que hoy se encuentra disponible investigación y evidencia, basada en estudios de biología, sicología y psiquiatría, soporta el reconocimiento de que la identidad de género de una persona puede diferir de su sexo biológico de nacimiento.

Entendemos los grandes avances y señales mostrados por el Papa Francisco, respecto a la visibilidad reconocimiento de Lesbianas, Gay y Bisexuales Católicos, en la Iglesia. Lamentablemente, Los Católicos TI (Transgénero e Intersex), y sus familias, no han recibido el mismo trato –  a pesar del reciente encuentro del Papa con una mujer transgénero en España.

Por ejemplo, considerar que las políticas educacionales inclusivas harán creer a los jóvenes “que cualquiera puede escoger su propio sexo”, es una lectura y entendimiento erróneo de la evidencia científica e interpretación de lo que las personas TI, especialmente los Católicos TI, buscan alcanzar. El hostigamiento, la depresión, y el suicidio, especialmente esto último, es trágicamente más alto entre personas transgénero (41% más alto comparado a otras personas de su mismo rango de edad). Por lo tanto, referir este tema en las escuelas debe ser el primer lugar para proteger a los más jóvenes, especialmente vulnerables. Mensajes como el recientemente publicado por el Vaticano, no sólo contribuye al dolor y desolación, sino también refuerzan el prejuicio y la discriminación, en países o regiones, donde la Iglesia a veces ha sumado o sido testigo silencioso de la persecución y criminalización de personas LGBTI y sus familias.

La vida de una mujer transgénero en la Iglesia.

Joleen J. Mataele, dirigiendo la oración matutina, durante el encuentro Los Caminos del Amor en Roma, Octubre 2015.

Joleen J. Mataele, dirigiendo la oración matutina, durante el encuentro Los Caminos del Amor en Roma, Octubre 2015.

Joleen J. Mataele es una mujera transgénero católica de Tonga, con quien tuvimos el placer de compartir durante el encuentro inaugural de la Red Global de Católicos Arcoíris. Para muchas personas, es el ejemplo de la diversidad y riqueza que las personas LGBTI pueden traer a la Iglesia. Usualmente el movimiento Católico LGBTI es liderado por lesbianas o gays, así es que su presencia entre nosotros proveyó una nueva y holística perspectiva de que un cuidado pastoral inclusivo completo debe ser para todos.

Durante los 4 días del evento, ella dio testimonio de la realidad LGBTI Católica en su país natal y jugó un rol activo liderando las oraciones matutinas, misas y manteniendo las energías arriba para todos durante su intensa agenda. Ella se considera así misma como una Fa´afafine, la cual es la forma en que la sociedad Tongonesa describe a las mujeres transgénero. “En mi país, el concepto de que tu rol masculino o femenino debe ser consistente con tu sexo biológico, vino con el colonialismo occidental. Para nosotros, tu expresión de género es algo natural que efectivamente es descubierto a través del recorrido de tu vida y es mayoritariamente respetado y aceptado por nuestra cultura tradicional”, dice Joleen cuando se le pregunta sobre como es ser una mujer transgénero en la sociedad Tongonesa.

Ella es una dedicada activista como Directora y Cofundadora de la Red de Diversidad Sexual del Pacífico (PSDN por sus siglas en inglés), Consejera y Fundadora de la Asociación Transgénero de Jóvenes Católicos (YCTO), Ejecutiva de Relaciones Públicas en el Comité de la Liga de Mujeres Católicas (CWLC) y Conductora del Coro en la Juventud de la Capilla de Nuku´alofa. “Soy más que una activista. Me considero a mi misma también una artista, cantante y amante de la vida con la que Dios me bendijo. Si estamos aquí, juntos, para dar aire fresco a la Iglesia, debemos estar felices.”, dice cada vez que la gente le pregunta por su carisma natural y personalidad. Ella a su vez declara que no hay problema, para una persona LGBTI, en unirse a los aspectos regulares de la vida pastoral Católica en Tonga. “Cuando celebramos una Vigilia, en honor a las víctimas del tiroteo de Orlando, había allí muchos miembros de nuestro grupo de cuidado pastoral LGBTI, pues son también miembros de la Juventud Católica, la cual era de uno de los organizadores principales.”

“Soy también la orgullosa madre de 5 niños. Cada uno diferente y único. Sé y entiendo como se siente ser alguien que no es parte de los modelos de identidad de género tradicionales, especialmente cuando estoy fuera de mi tierra, pero eso no me restringe de ser una Católica, mujer y madre”, concluye.

Nuevas Esperanzas para la Inclusión

A pesar de que el escenario para Católicos TI parece retrasado, comparado a la agenda Vaticana y Católica LGB, hay muchas personas que alzan sus voces por su defensa e inclusión en la Iglesia. La mayor parte de los grupos tradicionales, de cuidado pastoral de diversidad sexual, se han trasladado desde su inicial definición como Católicos LGB a LGBTI. Esto responde a la comprensión plena de que la orientación sexual y la identidad de género, diversa, son parte de la misma ruta de inclusión y justicia en la Iglesia. De todos modos, la presencia de miembros transgénero e intersexo sigue siendo aún muy limitada. Especialmente en los países occidentales, sus historias de sufrimiento y discriminación, profundamente vividas desde edades tempranas, están frecuentemente relacionadas, directa o indirectamente, a la Iglesia.

Otra razón es que sólo unos cuantos hombres y mujeres religiosos han proveído cuidado pastoral directo hacia ellos. Ellos mismos declaran “La identidad de género no es algo que se habla o discute en el seminario, como sí hacemos con otros temas como la homosexualidad. Fue un mundo completamente nuevo para mi, cuando la primera persona transgénero vino por guía y asistencia en cuidado pastoral”, dice el Padre Pedro Labrín SJ de Chile. Pero buenas noticias vienen de sacerdotes y religiosas que expresan su simpatía por la inclusión de personas transgénero e intersexo en la Iglesia. En esta línea, el Padre Bryan Massingale de la Arquidiócesis de Milwaukee ha hecho fuertes declaraciones, como “La Iglesia no debe abandonar a los transgéneros Católicos” en Agosto 2016, para expresar su apoyo y empatía por los Católicos TI.

Actualmente, incluso en los límites de la Iglesia hay religiosos, hombres y mujeres, que están personalmente asumiendo este desafío. El testimonio de la Hermana Mónica Astorga, una religiosa de la congregación de las Hermanitas Descalzas, en Neuken – Argentina, es un testimonio viviente de ello. Ella ha sido amenazada, debido a su apoyo público a mujeres transgénero de su región, pero aún así declara que “La que está haciendo un lío aquí soy yo”, refiriéndose a una conversación que tuvo con el Papa Francisco en 2015.

Formalmente esperamos y oramos para que la Iglesia muestre más misericordia y respeto por las personas transgénero e intersexo. También deseamos expresar nuestra disposición en apoyar a la Iglesia en este proceso. De buena gana aceptamos compartir las historias y testimonios verídicos de Católicos transgénero e intersexo y sus familias. Ellos nos informarán y guiarán sobre su fe, vidas, identidad, sufrimientos y esperanzas, todo en el espíritu de la Exhortación Apostólica del Papa.

Nos gustaría recordar que la Iglesia es “La Casa de Todos” y esta incluye a nuestros hermanos en la fe transgénero e intersexo. Estamos todos en la misma búsqueda de reconocimiento, inclusión y justicia en nuestra Iglesia. Recorremos el mismo camino para una más sincera unión entre nuestra fe y nuestra orientación sexual y/o identidad de género.

Nota: A pesar de que las personas intersexo son mencionadas en repetidas ocasiones en este artículo, este se focaliza en personas transgénero. No pudiendo hacer justicia completa a las complejidades de situaciones que, las personas intersexo, pueden tener con su identidad de género.